Alunos criam e espalham armadilhas contra a dengue no CSA

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    Alunos criam e espalham armadilhas contra a dengue no CSA

    Alunos do terceiro ano do Ensino Médio criam e espalham armadilhas contra a dengue no Colégio Santo Antônio.

     

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    Uma das armadilhas espalhadas pelo colégio.

    Em tempos de epidemia de Dengue, Zika Vírus e Chikungunya, os mosquitos não dão trégua. Quase todos as fórmulas de produtos disponíveis no mercado para acabar com os insetos têm componentes químicos que prejudicam o meio ambiente, nossos alunos, educadores e vizinhos.

     

    Pensando em entrar nesta difícil luta e de uma forma ecológica, os alunos do terceiro ano do Ensino Médio, inspirados pela professora de Biologia, Maria Helena (Tuca), criaram armadilhas artesanais para combater o Aedes Aegypti e as espalharam por todo o Colégio Santo Antônio.

     

    Para construir as armadilhas os alunos usaram garrafas PET, lixas, fita isolante, micro tule, e alpiste.

     

    Percebemos a necessidade de combater esta epidemia de uma forma diferente, educativa e divertida. Conta a professora Tuca.

     

    As armadilhas espalhas pelo Colégio Santo Antônio foram idealizadas e patenteada por Antônio C. Gonçalves Pereira, funcionário da COPPE-UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) junto com o engenheiro Hermano César M. Jambo, a “mosquitérica” é uma versão genérica e mais acessível de uma armadilha criada pela equipe do professor Maulori Cabral, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

     

    Fizemos mais de 30 armadilhas e espalhamos por todo o colégio, aqui o mosquito não tem vez! Relata o Kaique Martins Fernandes, aluno que participou do projeto.

     

    Como se sabe, cada mosquito da dengue vive de 30 a 35 dias. Dentro deste período, as fêmeas põem ovos de quatro a seis vezes, sendo que a cada ninhada são cerca de 100 ovos. Basta um local com água limpa para que a chance de proliferação seja enorme. E locais assim não são difíceis de encontrar. No entanto, se a fêmea não encontra o local apropriado para depositar os ovos, o mosquito voa distâncias de até três quilômetros até localizar um recipiente ideal. Por isso, uma forma de ajudar a combate a doença é fazer com que o Aedes aegypti se reproduza dentro de armadilhas, onde pode ser eliminado.

     

    Para saber como funciona e fabricar a sua própria armadilha, basta verificar os quadros abaixo:

     

    dengue

     

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    Slogan-CSA-2016

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